Mais um pouco da Prima do Mané ...Sofia Vergara.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
O jornalista "produto"
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Em recente entrevista ao colunista de TV Daniel Castro, da Folha de S.Paulo, o apresentador do “CQC” da TV Bandeirantes, Marcelo Tas, afirmou ser antiético o jornalista fazer publicidade disfarçada de jornalismo. Tas respondia a uma provocação do entrevistador, já que o jornal americano The Wall Street Journal havia revelado que ele utilizou um de seus blogs financiado pela Telefonica para fazer referências a um determinado produto da empresa. Apesar de condenar a publicidade disfarçada, porém, ele acha que não é isso o que faz. “Estou dando dicas de vídeo como eu sempre fiz. E tem muito jornalista se mordendo de inveja, tentando dizer isso que você colocou”, justificou ao repórter.
Independentemente desse caso, tem sido cada vez mais comum a prática de jornalistas emprestarem seu nome e prestígio em mensagens publicitárias. Na TV, nem tanto, mas na mídia impressa e em especial no rádio. Uma das maneiras mais comuns dessa distorção aparece sob a forma de patrocínio de colunas assinadas por jornalistas. Mas há também cadernos inteiros que são passados aos leitores sem a devida informação de que se trata de “informe publicitário” e no qual repórteres assinam matérias de restrito interesse dos patrocinadores, porém dando a entender que elas são de grande interesse público. Nas rádios, é normal o apresentador de programa de qualquer natureza “vender” sua voz para ser utilizada em anúncios comerciais.
É evidente que isso põe em risco a credibilidade do profissional. Já pensaram se um jornalista recomendasse que a gente compre determinado produto “porque ele é o melhor que há” e algum tempo tenha seu “passe” adquirido por um anunciante concorrente e passasse a garantir que um outro produto é que é o melhor? Teria que apresentar uma justificativa muito boa para nos convencer disso. Seria mais ou menos como o Zeca Pagodinho começasse a recomendar que bebêssemos cerveja Antarctica. É por isso que ele está condenado a ser “brameiro” por toda a vida.
No início dos anos 90, o jornalista e ensaísta inglês Paul Johnson publicou o que chamou de “os sete pecados capitais do jornalismo”. Em resumo, são estes: 1) Distorção, deliberada ou inadvertida dos fatos; 2 ) Culto das falsas imagens, ou seja, explorar os acontecimentos de forma sensacionalista; 3) Invasão da privacidade, pela qual se remexe a vida íntima das pessoas;4) Assassinato de personagem, que é a omissão deliberada de todos os fatos que envolvam uma pessoa não grata à empresa jornalística; 5) Superexploração do sexo, que não precisa ser explicado; 6) Envenenamento das mentes das crianças, igualmente sem necessidade de explicação; 7) Abuso de poder, pelo qual o jornalista utiliza sua profissão para prejudicar pessoas ou entidades das quais não gosta. Infelizmente, não encontrei em nenhum desses pecados a questão da publicidade disfarçada.
A mesma omissão acontece com várias listas formuladas por outros autores. Mas não é difícil perceber sua existência no também vasto número de códigos de ética formulados para o trabalho dos jornalistas. É que esse pecado está sob um guarda-chuva denominado “conflito de interesses”. Ele ocorre quando o jornalista está diante de um dilema: ficar a favor do anunciante ou do consumidor. Em seu livro “Sobre ética e imprensa” (Cia das Letras, 2000), o jornalista, professor e pesquisador Eugênio Bucci dá um outro exemplo do problema envolvendo uma empresa de mídia, que oferece notícias e comentários, mas que também precisa garantir sua rentabilidade. “Pense-se num jornal: às vezes, a missão de dizer a verdade ao leitor significa pôr em apuros um anunciante. E aí? Como ordenar a convivência entre a missão de informar e a dedicação ao cliente-anunciante? Como abrigar os dois lados na mesma empresa? A melhor solução inventada até hoje é uma solução elementar: pondo cada lado para o seu lado”. Não é fácil, mas há coisas óbvias que mostram até que ponto o jornalista pode avançar ou não. Por exemplo, propondo-se uma perguntinha bem fácil de responder: isto que estou fazendo fere a minha dignidade de pessoa humana e de profissional?
Publicado no Jornal da Orla
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Moderação no julgar.
Cada um pensa conforme lhe convém e apresenta razões para suas caprichosas opiniões.A maior parte dos homens põe a paixão na frente do juízo.
Quando duas pessoas sustentam posições contrarias, cada uma pensa ter razão.
Mas a razão é fiel e não tem duas caras.
O sábio deve agir com cautela em assuntos tão delicados, e sua própria dúvida irá corrigir o julgamento inicial sobre o comportamento alheio.
Ao se colocar no lugar do outro e examinar seus motivos, não condenará nem se justificará tão cegamente.
Veja mais de Baltasar Gracian no nosso blog
www.baltasar-gracian.blogspot.com
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.

Colaboração da minha amiga Vânia
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Blogs...veículos de comunicação.

Blogs
O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Marinho Guzman
Nessa linha...
Blogs autorais X jornalismo tradicional: em quem confiar?
Enviado por
A celeuma sobre a rescisão do contrato do jornalista Paulo Henrique Amorim pelo portal de notícias iG está dando o que falar.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
2009
Eu sempre imagino para o ano novo, que finalmente vou tomar uma atitude para deixar de lado algumas coisas, pequenas coisas, como por exemplo me incomodar com a corrupção dos políticos.
Sempre acabo deixando essa e outras decisões para qualquer outro dia.
Mas tem gente que faz pior. Tem gente que tem tanta coisa deixada para o próximo ano, que vai precisar de uns dez anos só para tomar metade dessas atitudes.
Não importa.
O certo é, que como disse Oscar Wilde, “a vida é importante demais para ser levada a sério” e tendo essa máxima bem presente poderemos aceitar o que acontece no mundo.
O ano de 2008, como todos os anos que passaram, deixa marcas na minha vida.
Mais do que mágoas e alegrias, deixa
lembranças do que meus pais me ensinaram, meus amigos me mostraram e algumas pessoas com as quais eu tive de conviver me obrigaram a saber que existem.
Restou saber e lembrar de como fui e sou feliz por ser honesto e bom, de ter ajudado muitos, de ter tido pais que me ensinaram, de não ter filhos que não precisarei ensinar nem saber se aprenderão as lições que não sei se saberia ensinar.
Desejo um ano cheio de conquistas os meus amigos, para aqueles que fingem ser e principalmente para aqueles que
acham que são meus inimigos.
É um grande prazer ver o sucesso da maioria das pessoas e um pequeno prazer ver a dor da inveja de uns poucos.
MG
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
BOLETIM DA FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas)
03/02/2009 16:55
FENAJ e Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma definem novas ações
Com o fim do recesso no judiciário, o julgamento do Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma para o exercício da profissão, está no centro das lutas dos jornalistas brasileiros em 2009.