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sexta-feira, 20 de março de 2009

Arpoador Disco...

Aline Matos e Fernanda Relações Públicas da casa.


www.arpoadorguaruja.com.br
Av.Manoel Albino 61. Guarujá -SP-
Tel.13-33557313

quarta-feira, 4 de março de 2009

Filtro solar.


(do original de Baz Luhrmann Everybody's free- to use
sunscreen, regravado por Pedro Bial)

Nunca deixem de usar filtro solar.
Se eu pudesse dar só uma dica sobre o futuro, seria
esta:
Use filtro solar.
Aproveite bem, o máximo que puder o poder e a beleza
da juventude.
Ou então esquece. Você nunca vai entender mesmo o
poder e a beleza da juventude até que tenham se
apagado.

Não se preocupe com o futuro.
Ou então preocupe-se, se quiser, mas saiba que a preocupação é tão eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver um equação de álgebra.
Todo o dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta
medo de verdade.
Cante.
Não seja leviano com o coração dos outros.
Não ature gente de coração leviano.
Não perca tempo com a inveja.
Às vezes se está por cima, às vezes por baixo.
A peleja é longa.
E no fim, é você contra você mesmo.
Não esqueça os elogios que receber, esqueça as ofensas.
Se conseguir isso, me ensine.
Guarde as antigas cartas de amor.
Jogue fora os extratos bancários velhos.
Estique-se.
Não se sinta culpado por não saber o que fazer da vida.
As pessoas mais interessantes que eu conheço não sabiam, aos 22, o que queriam da vida.
Alguns dos quarentões mais interessantes que eu conheço ainda não sabem.
Tome bastante cálcio.
Seja cuidadoso com os joelhos, você vai sentir falta deles.
Talvez você case, talvez não.
Talvez tenha filhos, talvez não.
Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda
em suas Bodas de Diamante.
Dance
Dedique-se a conhecer seus pais. É impossível prever quando eles terão ido embora de vez.
Seja legal com os seus irmãos, eles são a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre
mesmo te apoiar no futuro.
Entenda que amigos vão e vêm, mas nunca abra mão de uns poucos bons.
More uma vez em Nova York, mas vá embora antes de endurecer.
More uma vez no Havaí, mas se mande antes de amolecer.
Viaje.


Cuidado com os conselhos que comprar.
Mas seja paciente com aqueles que os oferecem.
Conselho é uma forma de nostalgia.
Compartilhar conselhos é um jeito de pescar o passado do lixo,
Esfregá-lo, repintar as partes feias e reciclar tudo para mais do que vale.

Mas no filtro solar, acredite ...

segunda-feira, 2 de março de 2009

Deixar os outros com fome.


Deixe um resto de néctar nos lábios.
O desejo é a medida da estima.
É bom aliviar a sede física , mas não sacia-la: o bom, se é pouco, é bom duas vezes. Perde-se muito na segunda vez.
As grandes doses de agrado são perigosas porque levam a se desprezar a mais eterna superioridade.
A única regra para agradar é pegar o apetite com fome.
Um desejo impaciente é mais estimulante do que se fartar de prazer.
Uma felicidade difícil de se conseguir é desfrutada em dobro.

Baltasar Gracián

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.


Ailin Aleixo
Homem submisso é tão útil quanto pinça quebrada.
Tá bom, passamos as últimas décadas lutando para que eles sejam menos escrotinhos, não cutuquem o nariz em público, aprendam a lavar louça, saiam das fraldas e larguem do nosso pé. Com toda a razão: o mundo seria eternamente um espartilho tamanho P se a cada botão caído eles nos acordassem para costurar ou se o maior espaço que tivéssemos na vida fosse entre a caixa do aspirador de pó e a sala de jantar.
Lutamos e conquistamos um monte de coisas. Colocamos os homens no cabresto e daí todos os nossos problemas… mudaram.
Domamos os machões, trabalhamos até 11 horas por dia, deixamos a receita para o jantar separada para a empregada, fazemos compras de supermercado na hora de almoço, cuidamos dos gatos, fazemos luzes no cabelo, trocamos o óleo do carro e ficamos cansadas feito um camelo velho. Agora, vem cá, depois dessa suave rotina, o que eu não quero nem preciso é um bundão que recorra a mim a cada cinco minutos: ‘Qual a cor de cueca que eu compro?’, ‘O que nós vamos fazer no fim de semana?’, ‘Em qual restaurante vamos levar o Ziguifrido e a Efigênia?’.
Talvez tenhamos exagerado um pouquinho nesse processo de domesticação masculina.
Preciso de um homem que não tenha aberto mão das idiossincrasias da sua testosterona e compre só cueca branca porque é mais fácil. Um homem que seja proativo o suficiente para programar um fim de semana que me surpreenda, mesmo que nem sempre seja uma surpresa tão boa assim (não dá para acertar todas). Preciso de um homem que leia o bendito guia semanal de qualquer jornal e reserve mesa num restaurante bacana que ainda não conhecemos. Um macho que beije meu pescoço, lamba minha orelha e me convença deliciosamente a praticar o nheco-nheco mesmo quando dou demonstrações explícitas de desânimo total. Um homem, enfim, não um garoto com medo de tomar bronca.
Mas para isso é preciso baixar a guarda. Chega desse papo de tratá-los como inimigos prestes a saquear nosso território se não estivermos sempre com o exército a postos. Vamos deixar para lá essa neura feminista de que é necessário fazer os mocinhos comerem na nossa mão para termos ‘o poder’. Chega de demonizá-los. Já lutamos e conquistamos um monte de coisas, inclusive uma que não esperávamos: uma carência desgraçada, que teima em morrer de vergonha de se mostrar e nos corrói imperceptivelmente. Uma necessidade quase desesperadora de acolhimento e carinho que, certamente, não será atendida (ou sequer percebida) por um bundão. Eles são bons em ligar para perguntar se aquela dor de cabeça passou, mas não têm presença de espírito para comprar um Tilenol.
A verdade é que não precisamos de homens submissos - por que raios nós gostaríamos de ser casadas com alguém sem opinião própria? Precisamos é de um pouco de semancol e, talvez, umas sessões de terapia para reaprender a pedir colo, ficar frágeis, fazer uma comidinha gostosa para ele simplesmente porque deu vontade. Voltar a não ter medo de ser mulher. Tudo pode ser mais simples se nos desarmarmos.
Sabe de uma coisa? Homem submisso é como ‘homem pé de mesa’: muito bacana e excitante na teoria, mas um transtorno na prática.






Colaboração da minha amiga Vânia

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

O INVEJOSO


O INVEJOSO

O invejoso sofre mais pelo que os outros tem, do que pelo que lhe falta.

É comum, sentir uma diferença no olhar do interlocutor quando lhe bate uma ponta de inveja.

É bom que se diga, que nem toda a inveja é ruim ou tem maldade.

Existe um tipo de inveja que demonstra admiração, satisfação, simpatia pelo sucesso material ou não que as pessoas conseguem e que se lhes diferencia de alguma forma.

É motivo de satisfação invejar as pessoas inteligentes, bem sucedidas, elegantes e bonitas, o que de alguma forma ajuda com que tenhamos vontade de ser como elas, alcançando o mesmo sucesso.

Existe entretanto uma inveja, que como se diz, mata.

É aquela que esta na popular frase: inveja de doer, ou inveja de matar.

Essa inveja, ao invés de ser positiva, como a outra, destrói, amarga, incita a comentários pouco construtivos para não dizer maldosos, impiedosos e quase sempre mentirosos.

Essa inveja é um desvio de carárater e como tal, inaceitável no convívio entre amigos ou pessoas que querem se relacionar bem.

Como no caso do malandro, existe uma maneira de não ser prejudicado pelo invejoso.

É guardar distancia prudente e se possível for, suficiente para estar longe dos seus olhos e comentários.

O sujeito que tem mania de que todos sentem inveja dele, é na verdade um invejoso.

Dizem, que a inveja transmite fluidos negativos e que podem prejudicar alguém.

Acredito que isso seja possível, na mesma medida em que é ruim andar com as pessoas que tem defeito de caráter, ficando bem difícil sermos de qualquer forma afetados quando guardamos distancia prudente desse e de qualquer tipo de mau carater.

Além disso, está mais do que provado de que todo o bem ou mal que emanamos volta potencializado e é por isso que as pessoas invejosas quase sempre são mal sucedidas em uma ou todas as coisas importantes da vida.

Como sempre ouvimos falar, principalmente das pessoas mais experientes, ou que nos querem bem, diz-me com quem andas e eu direi o que te espera.

O prêmio ou o castigo das pessoas é serem como elas são.

Marinho Guzman

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Não seja um chato-Valorize quem lhe escuta.


NetFrases FrasesPensamentosMensagens
Não seja um chato - Valorize quem lhe escuta

Um processo de comunicação construtivo é fazer quem lhe escuta se sentir valorizado. Pergunte a eles o que pensam e escute com atenção suas respostas.

Jamais fale às pessoas como num monólogo.

Ninguém tem saco de ficar escutando uma pessoa que não dá espaço para outros opinarem.
Saber ouvir é uma virtude que poucos têm.

Não é à toa que nascemos com duas orelhas e apenas uma boca…
Quem não conhece uma pessoa que fala pelos cotovelos e não deixa ninguém falar?

Ou aquela que se acha dona da verdade e não aceita nenhum tipo de discussão?
Benjamin Franklin resumiu isto quando disse:
“Se você me coloca sua opinião de uma maneira dogmática, diretamente oposta ao meu modo de pensar, e não deixa espaço para negociação, eu sou obrigado a concluir - para proteger a mim e a minha auto-estima - que você está errado.
Por outro lado, se você coloca a sua opinião como uma hipótese, evidenciando boa vontade para discuti-la e explorá-la, na maioria das vezes eu vou me empenhar em comprovar que você está certo.”

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Blogs...veículos de comunicação.



Blogs
O valor de um blog está na credibilidade de quem o escreve.
Os veículos tradicionais da mídia, grandes, médios ou pequenos, rádios ou televisão estariam mais sujeitos a influencias de toda natureza com a finalidade de dirigir a pauta e o editorial?
A meu ver qualquer veículo, até mesmo um panfleto, está sujeito a orientação de quem o edita.
Dessa forma, fica mais fácil você avaliar a notícia mercê da credibilidade do autor do que de um editorial ou matéria atribuída à redação atendendo uma pauta.
Conheça os fatos sob a ótica de quem os escreve.
Procure conhecer o jornalista ou o editor do veículo e você certamente saberá avaliar o peso da notícia de acordo com quem a escreveu.

Marinho Guzman


Nessa linha...

Blogs autorais X jornalismo tradicional: em quem confiar?

Enviado por
Jornal de Debates abril 2008 -
A celeuma sobre a rescisão do contrato do jornalista Paulo Henrique Amorim pelo portal de notícias iG está dando o que falar.
Ele publicou em seu novo site (http://www.paulohenriqueamorim.com.br/) um texto intitulado “Como se faz uma ‘limpeza ideológica’?”, em que questiona os motivos alegados pelo iG para a sua demissão, sugerindo que haveria interesses políticos por trás da rescisão. PHA deixava claros para o leitor seus posicionamentos: não gosta de Fernando Henrique Cardoso, José Serra e Daniel Dantas, por exemplo, e se posiciona abertamente a favor do governo do presidente Lula.
Da mesma forma, vários jornalistas se libertaram por vontade própria das "amarras" dos grandes jornais para fundar seus próprios veículos de notícia: os blogs jornalísticos.
A vantagem, segundo os blogueiros, é a liberdade de expressão.
Na maior parte deles, as notícias são livres e expressam a opinião do autor.
A principal crítica por parte dos jornalistas tradicionais incide na publicação de opiniões em detrimento dos fatos. Em meio a polarização entre blogs autorais e jornalismo tradicional, o Jornal de Debates quer saber: em quem confiar?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Quando se tem 50 anos ou mais...


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou:
“As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos”.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!
(autor desconhecido)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Repartir conhecimento





Repartir conhecimento

Uma das maiores alegrias que um amigo pode ter é presentear alguém de quem gosta ou respeita com o conhecimento.

Marinho Guzman.