CLIQUE NA FOTO E VEJA OS MAIS LINDOS BIQUÍNIS DO MUNDO COM E A SUA POSSIBILIDADE DE GANHAR DINHEIRO

CLIQUE NA FOTO E VEJA OS MAIS LINDOS BIQUÍNIS DO MUNDO COM E A SUA POSSIBILIDADE DE GANHAR DINHEIRO
CLIQUE NA FOTO E VEJA OS MAIS LINDOS BIQUÍNIS DO MUNDO COM E A SUA POSSIBILIDADE DE GANHAR DINHEIRO REVENDENDO
Mostrando postagens com marcador diz pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador diz pesquisa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Maconha no Rio é 283 vezes mais cara que no Paraguai, diz pesquisa


CIRILO JUNIOR
DO RIO

Levantamento feito pela organização Viva Rio indica que a maconha vendida no Rio de Janeiro custa, em média, 283 vezes mais do que o preço cobrado na outra ponta, ou seja, na venda da planta cultivada.
A pesquisa, que levou cinco meses para ser concluída, mediu a cotação da maconha desde o Paraguai, até o preço observado em favelas e bairros de classe média alta do Rio. O Paraguai é, segundo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) de 2009, o segundo maior produtor de maconha do mundo, com 16,5 mil toneladas por ano.
O trabalho levou em conta dados oficiais, como o relatório da ONU, dados de secretarias anti drogas, órgãos de polícia, informações da mídia, e pesquisas com usuários, explicou o economista Julio Purcena, responsável pelo levantamento.
Diretor do Viva Rio, Rubem Cesar Fernandes ressalta que, no caso das vendas de tabaco, a variação do preço do produto chega a, no máximo, 39 vezes, desde o cultivo.
"A comercialização de maconha é um negócio altamente rentável. Feita num mercado ilícito e sem controle, há um salto de valor enorme", afirmou.
O risco de vender um produto ilegal é um fator que inflaciona o preço da maconha, mas está longe de ser o principal, opinou Fernandes.
Ele lembra que, apesar de o mercado ilegal não pagar imposto, há outros fatores de perda, especialmente as apreensões feitas pela polícia e o pagamento de propina para a liberação da venda da droga. A ONU estima que o custo da repressão signifique 17% do valor cobrado pelo produto.
"Seria o imposto da repressão. Mas o imposto legal é muito mais alto. Não é a repressão que explica o preço, tem a ver com o fato de ser ilegal. O vendedor cobra o que ele quiser. Não existe um comércio legal que seja tão lucrativo. Se vender maconha fosse legal, seria muito menos rentável", comentou Fernandes.
Foram constatadas ainda variações extremas de preço, devido a interferências externas nas transações comerciais. O grama da maconha comprado em favelas custa 61% menos, se comparado a preços observados no asfalto, em bairros de classe média.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mulheres fofocam 5 horas por dia, diz pesquisa

Notícia

Mulheres fofocam 5 horas por dia, segundo pesquisa. Foto: Getty Images
Mulheres fofocam mais sobre compras e dietas


Foto: Getty Images


PATRICIA ZWIPP

As mulheres têm fama de falar bastante e, segundo pesquisa divulgada no jornal inglêsDaily Mail, passam cinco horas por dia fofocando e conversando.
O levantamento descobriu que, em média, elas discutem sobre peso, dietas e tamanho da roupa diariamente por 24 minutos. Um terço diz gastar parte do dia comentando o que come no almoço, enquanto um quarto troca receitas regularmente.
A mulherada tende a bater papo por 17 minutos antes de começar a trabalhar. As entrevistadas com vizinhos amigáveis passam cerca de meia hora fuxicando com eles por semana.
Os maridos costumam escutar sobre problemas do trabalho, enquanto as fofocas mais interessantes são reservadas para a melhor amiga. A maioria prefere jogar conversa fora pessoalmente e com uma pessoa em vez de com um grupo grande. E não confie plenamente nelas, porque 36% confessaram não conseguir manter segredo.
Confira abaixo os assuntos mais discutidos pelas mulheres, segundo o jornal inglês:
1 Compras
2 - Dieta e exercício
3 - Férias
4 - O que faria se ganhassem na loteria
5 - Preocupações com a saúde
6 - Almoço
7 - Quem está saindo com quem
8 - Problemas de relacionamento de outras pessoas
9 - Crianças
10 - Receitas