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sábado, 18 de dezembro de 2010

Em pauta vida de puta...



Em pauta a vida de puta...
De onde vem uma idéia como a do título?
Em pauta essa vida de puta.
Na verdade foi um pedido de amizade no Orkut de uma hoje senhora, que escreveu:- Lembra de mim? Eu era namorada do C... (... uns 30 anos...)
Lembrei sim, ela namorou o C. e uns trinta amigos dele ao mesmo tempo. Ela era linda e muito putinha!
A bem da verdade, putinhas e putas tinham lá a suas diferenças. Provavelmente ainda têm.
Em pauta a vida de puta.
Como faço sempre, digitei no Google e surpresa! Nada! Nenhuma menção à pauta de vida de puta.
De jargão em jargão a gente às vezes chega a um palavrão... rsss...
A associação de idéias é inevitável.
Puta vida, puto da vida, vida de puta, filha da puta e por aí...
Leio sempre da nada fácil vida das putas, outrora chamadas de “mulheres de vida fácil”.
Certamente aqueles textos falam de putas de rua, putas de puteiro pobre, enfim, mulheres que fazem a única coisa que sabem, que lhes é permitido ou a única coisa que fazem e alguém está disposto a pagar. Certamente mal pagas.
Diferente da vida de puta em pauta na mídia.
Tablóides, jornalecos, jornais, revistas, radio e televisão. Todas as mídias dão espaço às putas.
Alguns veículos mais que outros, algumas putas mais que outras e a pauta da puta pode vir disfarçada em muitos assuntos.
Não poderia escrever uma só frase que tivesse a palavra puta sem lembrar do meu falecido amigo Alemão e de uma de suas frases preferidas:
“Correu sangue de puta ninguém segura!”
Tentei lembrar de uma puta que estivesse hoje na pauta de muitas mídias já que uma idéia leva a outra.
Puta que pariu! O que tem de puta na mídia... Até lembrei-me de outro amigo que certa forma de fazer jornalismo é coisa de putas... Lembrei dos amigos “putas velhas” lembrei...lembrei... lembrei.
O assunto é bom mas estou com sono. Certamente voltarei a ele uma vez séculos após séculos o assunto sempre esteve e estará em pauta.


E.T. não pude deixar de lembrar de meia dúzia de caras que eu conheço que casaram com putas ou putinhas...
Nada contra!




Nada para fazer ainda?


Clique e leia:Correu sangue de puta ninguém segura...


Mais sobre putas,clique e leia Putas na literatura de botequim

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Correu sangue de puta ninguém segura


Clique na foto para ampliar

Antes de escrever uma crônica ou qualquer coisa parecida, jogo no Google para ver o que pensam ou alguém pensa a respeito dessa minha idéia.
Como de outras vezes, a frase acima “correu sangue de puta ninguém segura” apareceu na minha cabeça do nada.
Quem dizia isso era meu falecido amigo Alemão.
Quem conheceu o Alemão sabe que ele era “o cara”
Alto, forte, bonito, coração boníssimo, bem cafajeste, totalmente bronco e corno até o último fio de cabelo. 
Ele nunca viria a ser careca.
Tinha paixão por mulheres bonitas, gostosas e de situação financeira melhor que a dele. Isso ampliava muito sua possibilidade de escolha pois ele sempre foi duríssimo.
Ivandro Pedro Ivanove, que Deus o tenha, morreu em 1975 ou 1976. 
Devia ter uns 33 anos, portanto uns oito a mais que a maioria de nós que andávamos com ele. 
Mais velho, mais experiente, mais duro, muito mais alto, bonito e forte, pegava as melhores garotas.
As mais bonitas, mais gostosas e mais vagabundas, que se dispunham a sair conosco em nossas velozes Hondas 750.
O alemão tinha uma sete galo como nós. A diferença é que a dele era mais velha, mais feia, muito mais suja, com pneus carecas e sempre sem gasolina.
A troco de um almoço e um tanque cheio o Alemão fazia grande sucesso com as garotas mais bonitas, mais gostosas, mais burras e muito mais vagabundas, que não titubeavam em pegar grana dos seus pais ou com seus namorados pra gastar com o Alemão.
Elas inclusive trocavam de namorado, mais do que o Alemão trocava de calça. 
Sua calça de veludo liso, preta e boca de sino, muito na moda naquele tempo, tinha até um apelido “a espanhola” dizia ele. “Simpre la misma...”
O Alemão só tinha duas calças. Era a espanhola e uma calça de jeans desbotado pelas constantes lavagens á noite, para ser usada novamente no dia seguinte. 
Invariavelmente ele a secava no ferro de passar.
Grande alto, forte, bonito carismático e corno. Esse era o falecido amigo Alemão. 
Tão grande e forte que ninguém se aventurava a brigar com ele.
Nós amigos baixinhos, podíamos aprontar á vontade na rua e nas boates pois qualquer problema ele resolvia com um simples grito “qui qui é? vai encarar? 
Ninguém encarava!
Poucas vezes vi o Alemão brigar. Ele resolvia quase tudo no grito. Ninguém queria encarar.
Voltando às garotas bonitas e gostosas, todas se apaixonavam pelo seu jeitão e todas o corneavam. Ele não ligava... parece que lhe servia o ditado que diz que “o homem sem chifres é um animal sem armas.”
Joguei a frase no Google “correu sangue de puta ninguém segura”. Nada! 
Será que ninguém nunca escreveu nada a esse respeito?
Conheci centenas de garotas na minha vida, que pareciam ter sangue de puta. Bonitas, gostosas e pouco fiéis.
Quanto mais legal o namorado, mais chifre elas colocaram.
Bem, tá certo que chifre é uma coisa que elas colocam na nossa cabeça ou a gente mesmo coloca.
O certo é, que perto de mulheres bonitas e gostosas muitos chifres podem rolar. 
Ninguém quer comer a gordinha feia e pobre da loja do lado. Já as gostosas que andam de calça branca justíssima, de biquíni no calçadão e vai de mini saia até na Igreja, têm grande “audiência”. Todo mundo quer comer uma gostosa seja ela ou não mulher de um “amigo”.
E já sabe, correu sangue de puta ninguém segura. 
Nasceu para ser “vagaba” pode ter o amor e a segurança que qualquer homem vier a dar  que ela também vai “dar”.
Meu amigo Alemão não ligava mesmo para ser corno. Seu ditado preferido era: - Gato com fome come até laranja.
O Alemão tinha um grande apetite por gostosas de todo o gênero e sabia...
Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar, ninguém segura! Correu sangue de puta... ninguém...
Será que ninguém escreveu sobre isso para estar no Google???

Ôôô...  lembrança boa essa do meu falecido amigo Alemão.

Marinho Guzman